BEM-VINDOS AO BLOG

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

PAPO MINUTO. Novidade no blog e no nosso facebook

Sobre este tipo de publicação, já fora pensando um modelo de entrevista "estilo revista", mas devido à transcrição e uma distância com o improviso e a ideia de transmitir a mensagem mais rapidamente aos seguidores, serão adotados videos curtos com uma rápida conversa com os entrevistados.

Assim surge o "Papo Minuto". Estamos vivendo em um mundo bastante dinâmico onde nem todas as pessoas tem "saco" para ver vídeos com mais de 2 minutos. Muitos até tem vontade e curiosidade, mas não tem tempo nem "franquia do 3G" para aumentar vídeos mais longos. Foi pensando nessa "universalidade", que foi chegada essa conclusão.

COMO FUNCIONARÁ:
Serão entrevistadas personalidades públicas de Camocim e região, como: políticos, empresários, liberais, artistas, educadores, ou qualquer figura relevante que possa enviar um recado legal para os seguidores, e de forma indireta, para o restante da população. Eu (PJ), farei uma apresentação breve, e jogarei algumas perguntas bem "retas", para o entrevistado responder e passar sua mensagem no intervalo aproximado de 1 MINUTO, para mais ou para menos. Nos próximos dias, o "Papo Minuto", acompanhem pelo facebook ou no snapchat.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

quinta-feira, 21 de abril de 2016

SPOTNIKS: Dilma, a maior presidente da história

Texto de Rodrigo da Silva, do Spotniks:

Dilma Rousseff provavelmente sairá de seu mandato como a maior presidente da história do país. Sim, a maior. Pare pra pensar um pouco. Qual outra liderança política brasileira conseguiu espalhar a tantas pessoas de forma tão eficiente o quão estúpida é a crença no Estado paternalista? Quem mais, com tamanha falta de habilidade política, conseguiu expor tão bem o quão perverso pode ser o Partido dos Trabalhadores?

Quem apontou tantas incoerências no até então imaculado discurso da esquerda-caridosa tupiniquim, revelando tantas frutas podres atrás de palanques "isentos"? Quem conseguiu, com tantas sinalizações de incompetência, mostrar a fragilidade dos tucanos como opção minimamente viável ao país?

Dilma é uma tragédia indefensável: inepta como oradora política, incompetente como gestora, nula como estrategista. Dessas capazes de fazer os historiadores do futuro dedicar horas a fio a tentar entender como tantas milhões de pessoas conseguiram sustentar esse resultado numa urna (e por duas vezes).

Mas esse é incontestavelmente um período especial para a propagação das boas ideias. E o mérito é todo dela. Dilma deixou a bola quicando próxima da marca da cal, sem goleiro. É só olhar ao redor. Você pode concordar ou não com aquilo que é dito, mas é inegável: ninguém nunca leu e compartilhou tanto conteúdo sobre política como hoje. Assim como ninguém nunca se interessou tanto em entender os efeitos perversos de incentivos ruins na economia.

Dilma quebrou uma parede imensa. O repúdio ao seu governo, uma quase unanimidade nacional, fez com que milhões de pessoas se interessassem em conhecer melhor outras opções para o país. Nós saímos finalmente do marasmo.

Tem muita ideia ruim por aí, é verdade. Mas tem muita gente boa falando sobre política e economia, guiadas pela razão, com propostas nunca antes testadas. O motivo pra tanta gente se interessar em ouvi-las? O vácuo deixado graças à tragédia que se apossou do Planalto.

Obrigado, presidenta. Muito obrigado.


terça-feira, 12 de abril de 2016

CAMOCIM: Eleições e a Luta pela sobrevivência


NA CIDADE PRAIANA, A ELEIÇÃO VAI BEM ALÉM DOS VOTOS E DAS BATATAS...

A campanha eleitoral em Camocim, acho que em qualquer outra cidade subdesenvolvida, vai além da vaidade de ver o seu grupo favorito vencer ou até ganhar alguma aposta (pobre adora ver chance de enricar fazendo apostas). É questão de sobrevivência mesmo.

Tem alguns que vão praticamente "passar necessidade" se perderem, e outros que estão na "atolados na lama", respirando no canudinho, na esperança do seu grupo voltar ao Poder e as tetas da Prefeitura voltarem.

Ou seja, vale tudo! É o "ganha pão" desta gente. Já diria Machado de Assis no livro "Quincas Borba", que quando duas tribos encontram uma plantação de batatas que pode alimentar apenas uma delas, caso aceitarem dividir, ambas morreriam de fome, seria necessária uma guerra para saciar a fome de uma das tribos.

E assim se desenha a tragédia camocinense. Ao vencido, o ódio ou a compaixão. Ao vencedor, as batatas.

FOTO: Portal Viaje na Rede



Snapchat nos Negócios? 5 razões para você usar!

Um dos grandes mentores do empreendedorismo digital no Brasil, o empresário Erico Rocha do Ignição Digital, fala sobre 5 razões pelo qual você que pretende decolar no mundo dos negócios, deveria usar mais a rede social que mais cresce no momento, o Snapchat.

No vídeo, Erico mostra o porquê de ter começado a usar mais o aplicativo, citando os pontos positivos em usar a "rede social do fantasminha". Dos pontos, os que mais gostei e vi destaque foram o fato de se familiarizar mais com amigos e clientes, e o fato de não poder editar os clipes de 10 segundos do seu cotidiano, os "snaps", o que garante uma formidável autenticidade. Vamos lá:



Aproveitando a postagem, deixarei aqui o meu #Snapcode, imagem do perfil com o código único de usuário que o Snapchat identifica, e o aplicativo adiciona através da galeria do seu smartphone com a imagem salva. #CARRYON





55 mil dá para comprar um terreno? Para um membro do MST, não...

Segundo reportagem da revista Veja, a Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) prendeu na noite desta segunda-feira, um militante do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), com 55 mil reais em notas numa mochila.

José Carlos dos Santos foi preso ao chegar ao acampamento do MST próximo ao Teatro Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Ele não soube explicar a origem do dinheiro. Os sem-terra tentaram impedir a prisão, mas Santos foi levado para a 5ª delegacia, onde prestou depoimento.


A questão é a “causa” dessa galera munida de camisas vermelhas e foices na mão. Existe causa? O governo populista que tanto apoiam, está no Poder há quase 15 anos e nada da bendita “Reforma Agrária”? O INCRA serve de quê mesmo? E se tais pessoas não trabalham, porque para tais manifestos requer muito foco e dedicação, e quem sustenta isso? Exatamente, o governo petista com a NOSSA grana. Qualquer pessoa comum e bem-intencionada, gastaria 55 mil na compra de um imóvel ou qualquer outro investimento. Mas estamos falando de uma facção criminosa né?

FOTO: Facebook

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Pesquisador brasileiro 'desvenda' história em músicas do Iron Maiden

Por Fernanda Portugal, para a BBC Brasil:

No cockpit de um avião da Força Aérea Real, em alucinante perseguição pelos ares durante a Segunda Guerra, o piloto inglês mira o inimigo nazista e aperta o gatilho. Num campo de batalha na Crimeia, em 1854, em meio ao cheiro de pólvora e à respiração dos cavalos, o soldado britânico cai paralisado e com a garganta seca ao ser baleado pelos russos. Dentro de uma fria cela medieval, o condenado à morte pela Inquisição descreve seus últimos momentos, enquanto aguarda pelo carrasco.

A presença de cenas da história mundial em músicas da lendária banda de heavy metal britânica Iron Maiden ­– que acaba de lançar um novo álbum e fará shows em vários países do mundo a partir de fevereiro – tornou-se alvo de pesquisa acadêmica no Brasil.
Nos artigos técnicos Temas Históricos em Canções do Iron Maiden, partes 1 e 2, Lauro Meller (foto), doutor em Letras pela PUC de Minas Gerais e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), traça uma linha cronológica da Pré-História à Segunda Guerra Mundial com a análise minuciosa de sete músicas do grupo.
"O Maiden presta uma grande contribuição ao despertar a curiosidade do seu público, principalmente o mais jovem: as canções se tornam portas de entrada para outros conhecimentos", afirma o paraibano de 41 anos, que na UFRN coordena o Grupo de Estudos Interdisciplinares em Música Popular.
Ele ressalta que, desta forma, o sexteto britânico se distingue de boa parte das outras bandas de heavy metal, cujas letras abordam "violência, drogas ou mulheres, num ponto de vista quase sempre machista".
A análise de Meller não se restringe às letras. Guitarrista, violonista e baixista afiliado à Ordem dos Músicos do Brasil, ele destrincha linhas melódicas, arranjos, registros vocais, riffs e solos de guitarra – e como estes ingredientes musicais potencializam a mensagem de cada canção.
"O Maiden associa às letras o instrumental grandioso, próprio do heavy metal. É possível estabelecer paralelo entre o heavy metal e a música erudita, principalmente a do século 19 no sentido do volume sonoro 'poderoso' e dos temas de guerras", descreve o pesquisador, citando a Sinfonia 1812, escrita por Tchaikovsky em 1880, que retrata batalha travada entre França e Rússia, e ainda composições de Richard Wagner para orquestras com mais componentes do que era o padrão – aumentando, portanto, o "volume sonoro".
No álbum recém-lançado (The Book of Souls), chamou atenção do público e da crítica a faixa Empire of the Clouds, que mais uma vez narra um episódio histórico: desta vez, o acidente com o dirigível britânico R101, que caiu na França em sua viagem inaugural, em outubro de 1930.
Com 18 minutos, é a canção mais longa de toda a discografia do Iron Maiden, grupo com quase 40 anos de estrada. Além disso, de maneira inusitada para os fãs, mescla piano, violino e violoncelo às três guitarras, à dupla baixo/bateria e à potente voz do cantor Bruce Dickinson, autor da obra.
A canção inspirou Meller a decidir mergulhar, em 2016, na produção de um livro que incluirá análises desta e de outras músicas, além das sete que integram os artigos já produzidos e divulgados na íntegra na publicação técnica Revista Brasileira de Estudos da Canção.
"Vou ampliar os textos, de modo a publicar um trabalho de grande fôlego. O título seria Temas Históricos e Literários nas Canções do Iron Maiden, incluindo também faixas inspiradas na literatura", revela o estudioso, citando como um dos objetos do trabalho a antológica The Rime of the Ancient Mariner, lançada pelo Maiden em 1984 e baseada em obra do poeta romântico inglês Samuel Taylor Coleridge.
The Rime, com seus 13 minutos, era a mais longa faixa da banda até Empire of the Clouds.
"Será um projeto desafiador e importante, pois ainda não encontrei, principalmente em português, trabalhos de cunho acadêmico e analítico sobre a obra dessa singular banda, apenas biografias", explica o professor, que vai aliar o novo projeto ao pós-doutorado em música popular, a partir de janeiro, na Universidade de Liverpool, berço dos Beatles.
Faixas analisadas
Sete canções foram escolhidas por Meller para os artigos já publicados, entre as inúmeras composições do Maiden com alusões históricas. Ficou de fora, por exemplo, Paschendale (2003), sobre uma batalha entre britânicos e alemães na Primeira Guerra Mundial.
Alguns episódios são contados em terceira pessoa. Outros, na "voz" de anônimos, o que "contribui para maior dramaticidade e faz o ouvinte sentir-se ‘na pele’ do personagem", observa o professor. Confiram:
Quest for Fire (Busca pelo Fogo), 1983: narra como a fonte de luz e calor foi pivô de sangrentas batalhas pelas tribos pré-históricas.
Alexander the Great (Alexandre, o Grande), 1986: percorre a biografia do soberano da Macedônia, nos anos 300 a.C.
Invaders (Invasores), 1982: fala sobre as invasões dos vikings à Europa, entre os séculos 8 e 9.
Hallowed be Thy Name (Santificado Seja o Vosso Nome), 1982: trata das horas anteriores à execução de um herege pela Inquisição. Em primeira pessoa, leva o ouvinte para dentro da cela do condenado.
Run to the Hills (Corram para as Montanhas), 1982: traz duas óticas distintas – a dos homens brancos e a dos indígenas – durante as batalhas na época da ocupação da América do Norte (anos 1790-1850).
The Trooper (O Soldado), 1983: sobre a Batalha de Balaclava, da Guerra da Crimeia, envolvendo britânicos e russos, em 1854. Em primeira pessoa, um combatente da cavalaria inglesa desafia o inimigo, mas depois detalha a própria morte.
Aces High (Ases no Céu), 1984: Na introdução, ouve-se trecho do discurso de 18 de junho de 1940 do primeiro ministro britânico Winston Churchill, exortando os ingleses à batalha na Segunda Guerra. A canção descreve combate com a Luftwaffe de Adolf Hitler. Guitarras simulam, usando o efeito 'tremolo', o som dos 'mergulhos' das aeronaves.