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domingo, 18 de junho de 2017

O povo contra o povo


O cenário atual é desolador. Vivemos uma dicotomia onde a luta de classes pregada por Marx, que não deveria existir, está cada vez mais acentuada e enraizada nos brasileiros. Brigam entre si, onde o verdadeiro inimigo apenas mexe as cordas da marionete: o Governo.

A Polícia, para manter a ordem, acaba agredindo algumas pessoas, mas o policial não percebe que também faz parte do povo, que também é esmagado pelo Poder Público. A luta sem rumo segue seu caminhar.

Eles, manifestantes, queimam ônibus. Político não pega "busão" para trabalhar. Eles bloqueiam ruas e rodovias. Políticos andam de helicóptero e jatinho. Eles apedrejam agências bancárias. Político raramente pisa em banco. Eles defendem o desarmamento. Político anda com segurança armado. Político precisa de voto para seguir sendo político. A galera segue votando nos mesmos caras.

Os movimentos populares resumem-se na guerra do povo contra o povo. Estamos encerrando a segunda década do século XXI, a era da rebeldia sem causa, o apogeu da geração mais estúpida da história da humanidade. 

IMAGEM: O Correio de Deus

sábado, 3 de junho de 2017

Mundo Negro


Nesta volta aos blogs, compartilho-lhes uma poesia que estava nos meus acervos. Fala do nosso mundo envolvendo temas como ecologia e humanismo:

MUNDO NEGRO
(Paulo Monteiro Jr.)


Mundo, o que houve, tá tão mal assim?
De um grande início a um triste fim
Guerras e guerras, mortes e mortes
Sonhos e sonhos, perdidos no Norte

Um lugar comandado por um grupo só
Só um manda em todos, é de dar risada
Reclamam de tudo, mas não fazem nada

Mundo Negro
Transformem esse lugar, por favor 
Isso vai ter que acabar, esse horror
Nós vivemos no escuro
Num lugar em apuros
Do que tu tens medo?
Mundo Negro


Conflitos de povos de uma só raça
O caos nesse mundo já beira à desgraça
Perversidade total à raça humana 
E o que fazer com essa gente insana?

Guerras mataram milhões de irmãos
A guerra acabou, mas pode vir outra
A qualquer momento
A bruxa está à solta

Se o mundo tem jeito
Não sei nada a respeito
Paz pela guerra, guerra pela paz

Impedir que caiamos num poço profundo
Limpar nosso mundo
Afinal, que mundo imundo
Tentar resgatar um lugar sem futuro
Procurar uma luz no meio do escuro


E replantar o nosso arvoredo
Não é tarde, porém não é cedo
Qual é o segredo?
Do que tu tens medo?
Mundo Negro

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